Dores


Mulheres jamais saberão em encarnação vigente a dor que se tem quando o apêndice sexual masculino é fatalmente atingido, bem como homens jamais compreenderão a dor de tirar um feto de dentro de uma invaginação humana.

E a dor, como sensação, é arquivada no cérebro. Resgatá-la é fácil, como o doce gélido sorvete e o amargo do jiló na boca.

Seja física ou não, a dor é incômoda para os não masoquistas e como é de ser, traz avanços. Um belisco que repuxa derme e epiderme, subsequencia um grito de revolução.

A atitude pós dor é fascinante e revigorante. E é assim que me sinto hoje, sem nenhuma dor. Que venha 2011.

Pícara Sonhadora



Faz tempo que não escrevo de mim, sem rodeios e entrelinhas por aqui. Estive pensando em um tema hoje durante a volta do trabalho e do nada me lembrei da novela Pícara Sonhadora do SBT.

Pode parecer mais uma influência da minha vasta cultura trash, mas essa novelinha era interessante! Pra quem não sabe, tratava-se de uma menina sonhadora - a Pícara - que morava com o pai, zelador de uma loja dessas que vendem tudo, ela consumia tudo de lá: roupas, comida e LIVROS!

Bom, a Pícara me veio, pois eu tenho notado que eu ultimamente venho debochado muito de pessoas com amigos ou simplesmente através da minha voz mental de : “Ah, aquela pícara sonhadora!”

E o deboche, produto do multiplicador ‘menosprezar o próximo’ e do multiplicando ‘insatisfação pessoal’, tem o porquê de vir. Eu ando a cada dia menos pícaro e menos sonhador. A vida veio arrebatadoramente com a necessidade urgente de eu me reinventar, em todos os seus segmentos! Eu estou perdido, amadurecendo, de fato, eu diria.

Mas não é nada desesperador como em outras épocas, em breve voltarei a ser mais sonhador e mais pícaro. Ihhh, eu não consegui fugir ainda das entrelinhas... Quem sabe da próxima vez!

Incerteza





Quando ingressei na engenharia, em Física Experimental I - uma materiazinha de um crédito, aprendi a calcular a incerteza matemática de medições.


Eu gostava de calcular incertezas, pois através delas eu tinha em números a noção exata de quanto eu tinha sido impreciso nos meus experimentos.


Hoje, estou dominado por incertezas imensuráveis que consomem porcentagens colossais da minha energia. Apostas que fiz baseadas em conformismos, amizades de qualidade decadente e paixões que beiram o ineditismo da inexistência.


Daí, hoje sou Gustavo Venancio ± Narciso.


Do porquê eu voto na Rousseff

Nos primórdios da campanha presidencial de 2010, que desde há tempos começou a fermentar e tem o seu tempo de decisão agora, Ciro Gomes enquanto presidenciável me convenceu e me alertou para um caminho com pitadas de fantasia, mas não muito distante do impossível: a possibilidade de unir o melhor do PSDB e do PT.

É fato que estes dois partidos possuem sim um cast de brasileiros fantásticos que contribuem e contribuíram muito para o desenvolvimento econômico tartaruguesco que o país possui.

As controversas alianças políticas, necessária para a governabilidade dos tucanos com os demos e de Lula com o PMDB de Sarney é de causar ojeriza a qualquer um que conheça minimamente a política no país.

Daí, Marina Silva surfou elegantemente a onda verde de seus 20% de votos nas urnas. Esta ascensão é uma luz no fundo de um túnel de uma lenta mudança política no país, mesmo que junto com ela tenham sido elegidos Tiririca, Weslian Roriz tenha ido para o segundo turno e Heloísa Helena tenha ficado fora do Senado.

Desta forma, enquanto não se dissolve essa épica guerrilha entre PSDB e PT, considero que Dilma Rousseff na condição de ex-ministra chefe de um governo que deu mais certo que o anterior é a mais preparada para assumir a presidência do país, no que concernem a agilidade das execuções das obras do PAC, avanços de programas sociais e possibilidade de realizar as Reformas Politicas e Tributária e mudanças importantes na legislação civil.

É importante salientar que, Dilma com a eleição da maioria de sua base aliada na Câmara e no Senado tem mais governabilidade, e isso promove toda uma agilidade em questões importantes para o país. Um país que tem pressa de crescer e sede de futuro. Por isso, dia 31, escolho Dilma Rousseff.

Relações Incomuns: Controle ou Liberdade?

Era com muita estranheza que o Senhor Controle se via naquela situação adversa. Ele estava em uma relação incomum.

Relações incomuns são comuns na modernidade e incomuns no conceito essencial pregado pela sociedade e o mercado como necessário para o ufanismo da felicidade. Elas se caracterizam pela indefinição e não enquadramento nos patamares básicos no que concernem relações interpessoais afetivas. São longas e demasiadamente intensas de sentimentos para serem caracterizadas como uma simples ‘ficada’, não tem arraigados os pressupostos da monogamia exigida para se transformar em um namoro e, pela mesma lógica, tão pouco podem ser consideradas um noivado ou um casamento. São de fato incomuns.

E ‘incomunidade’ é como uma cueca apertada incomodando as partes baixas e impedindo que o bumbum do Senhor Controle, que com a Senhora Liberdade conjugava uma relação incomum, respirasse. Liberdade que outrora já havia vivido um relacionamento enquadrado caiu nas garras da modernidade das relações incomuns.

Essa mesma modernidade, que vem tecnologicamente todos os dias para tornar a vida dos seres humanos mais confortável, vigora também na administração que se faz na necessidade do amor e da atenção externa. Isso fez nascer a relação incomum, em que os prejuízos iminentes da definição da relação não são admitidos podendo ser causas de um fracasso doloroso. Daí, é necessária a remoldagem de nós mesmos para manter este tipo de relacionamento, em que esconder o que realmente se sente é quase que uma questão vital para continuar a render.

Entretanto, o fator tempo, determinante para se aferir paciência, é que vai fazer com que Controle da Silva faça um streap-tease para Liberdade Souza para que se possa se ver livre de sua apertada roupa de baixo revelando sensualmente e com verdade todas suas reais e consistentes pretensões, tendo inevitavelmente a conseqüência da surpresa: boa ou ruim.

A necessidade do clichê

Quando comecei a ‘guvenar’ na Internet através do blog, muitos, baseados no conceito prosaico de que eu transformaria essa situação em um diário virtual, me taxaram no ridículo. Hoje, mais maduro que ontem até posso dizer que já fui ridículo aqui, e hoje vou me arriscar mais uma vez.

Não há ser humano neste mundo que me conheça minimamente que não saiba que eu vivo, sem nenhum tiquinho de dúvida, a fase mais desagradável da minha vida! Eu me considero mais chato do que nunca, pois, mergulhado na necessidade de me ocupar com um estágio em uma grande empresa, derramo-me dramaticamente a todos ao meu redor em um desabafo expectativo da consolação.

O que acontece é que o clichê nesses momentos ‘vem que vem que vem’ como certeiro. A princípio a indignação era imediata com isso, baseada na meritocracia que me compensou em uma velocidade maior em (quase) todas as grandes conquistas na minha vida. Hoje, o clichê me consola e comede, e são os de todos os tipos:

“Tudo tem seu tempo, e seu tempo chegará!”, este com um tom religioso baseado no 3 de Eclesiastes da Bíblia já me serviu bem nos tempos de vestibular e outros mais nebulosos, geralmente vem da minha família de cunho evangélico.

“O que é seu tá guardado!”, este então, nossa! É o mais vigente, e é o que eu mais tenho gostado, pois imagino que ele justifica melhor toda a história ‘a la mexicana’ que tenho vivido com RH’s de empresas desde aqui.

De tudo isso, uma coisa é certa, a minha maneira de pensar não mudou nada. O tempo é quem vai responder este tempo todo desperdiçado em seriados americanos, na aquisição de dez milhões no jogo Colheita Feliz e tweets cada vez mais elaborados, tudo isso perpassando por tentativas frustradas em diversas empresas até aqui cujo desgaste emocional é recorde. Que ainda prevaleça a meritocracia.

No morro do pau da bandeira






Esse ano a fenomenológica tomada de figuras conhecidas do grande público na política provoca grandes controvérsias. Tiririca o mais notável deles é aclamado pela massa e a quem tem um pouco de discernimento do que ele pode provocar no Congresso Nacional nada mais causa que uma grande ojeriza.

Quase no mesmo patamar que o “cantor comediante” podemos colocar as mulheres-fruta Morango e Pêra (esta última apoiada pelo Senador Eduardo Suplicy, olha que beleza! Marta Suplicy deve ter ficado radiante!), a funkeira “de responsa” Tati Quebra Barraco, os irmãos “K” e “L” do decadente KLB, Ronaldo Ésper com suas agulhas e vasos ruins e tosquice de Agnaldo Timóteo que sendo já vereador de São Paulo criou a polêmica e “relevante” lei para alterar o nome do parque Ibirapuera para parque “Michael Jackson”.

Dentre toda esta patotinha passam pelo meu filtro três nomes em ordem de grandeza: Leci Brandão, Netinho de Paula e Moacyr Franco. Acredito que infelizmente estes se misturaram aos indignantes do parágrafo acima. Moacyr possui uma boa carreira como artista e possui um bom intelecto para poder elaborar leis e aprovar ou não projetos no Senado. Apesar de estar em um partido menor do que o PC do B de Leci e Netinho, o PSL teve uma boa postura, a meu ver, ao apoio do Skaf (PSB-SP) no governo do estado de São Paulo, o discurso é firme e comprometido.

Quanto a Netinho, a desistência do seu programa no SBT para mergulhar de cabeça no projeto de se transformar em senador é um grande indicativo do comprometimento do candidato ao desafio que se propôs admitir. Além disso, a predileção por Netinho em detrimento do grande nome e carreira de Aldo Rebelo na política deve significar alguma coisa diante do restinho de seriedade que acredito que a coligação PT e PC do B deve possuir.

Leci Brandão, autora e intérprete de “Zé do Caroço”, um dos meus sambas favoritos, tem a obrigação de fazer valer o mínimo na Assembleia paulista o reconhecimento que a sambista possui no país com suas canções e críticas sociais que conseguiram o respeito de muita gente.

Através destes célebres ou não, a renovação e a inovação são muito importantes para o desenvolvimento de países emergentes como o Brasil, de modo que na política essa regra também prevalece. Que o ruim e arcaico fique para trás e o novo venha com a mesma firmeza e determinação do “novo líder do morro do pau da bandeira”!

Carne de Laboratório




http://www.youtube.com/watch?v=VpuScdyxTCc


Madonne-se, ou não!

Madonna causando com Britney Spears.
Ultimamente estou ouvindo bastante música pop, de modo que qualquer pessoa que eventualmente me conheceu nestes últimos tempos não ia conseguir detectar meu ecletismo característico.


E como é natural de todos, eu comecei a pesquisar sobre a vida de algumas cantoras, especialmente Madonna, como forma também de me justificar de alguma crítica feroz que eu poderia receber de alguém que se incomodasse com minhas novas "influências".


Revi alguns clipes, em especial 'Like a Prayer' e 'Vogue' além da entrevista da curiosa entrevista da eternizada Rainha do Pop deu a jornalista brasileira Marília Gabriela. Tudo isso ocorreu assim, cronologicamente como descrevi.


Assim que vi os clipes me deparei com um ser humano fantástico, que se valia bastante da futilidade de querer aparecer a todo momento na mídia chocando, mas que virava e mexia não descuidava também de realizar suas críticas político-sociais. Daí juntando isso ao fato de eu conhecer fãs neuróticos da cantora e seus comportamentos desperados e hiperbólicos que tiveram quando ela pisou em terras brasucas em 2008, eu percebo que o lado B da Madonna é o que menos é relevante para seus adoradores.


Quando vi a entrevista que ela deu a Marília Gabriela no Youtube foi como se tudo aquilo tivesse se explicado melhor. Eu concordo que o modo com a qual a entrevistadora fez as perguntas pareciam confusas para a entrevistada, mas é importante ressaltar que Madonna pouco se esforçou para ser uma entrevistada interessante, de modo que o simples fato dela ser quem ela era já era suficiente para a pobre coitada latina que lhe importunou por minutos em um chique restaurante novaiorquino.


Naquele instante, os defeitos humanos dela se sobressaíram em um instante e foi interessante perceber como isso se minimiza diante dos fãs que são cegados pelo corpo invejável da cantora aos 50 e por adotar pobres coitados do hemisfério sul e como ainda se minimizará mais quando Jesus Luz se tornar viúvo um dia. Ou não.

Burrice Superexposta


A superação é sempre mais complicada àqueles que tem o superego para se proteger das fraquezas que possuem, que ocasionalmente, aflorescem na competitvidade da vida moderna.





Em uma superexposição de mim mesmo, a constatação acima decorre de dias ociosos que fizeram com que recentes acontecimentos recheados de atos falhos provenientes do pior do meu lado humano, que erra, decantassem em minha cabeça e provocassem um incômodo estrondo ressonante de: Fui idiota e burro.


Depois disso vem o medo. Todas as vezes que me comprometi a assumir uma nova postura de controle de mente e corpo nunca obtive sucesso efetivo. Continuarei eu errando e rindo nervosamente da vida?


Eu não queria. Mas pertencente ao esquema pastelão da boa-ação-recompensa espero que o ânimo que me toma assumir um novo comportamento mais amadurecido e digno da minha história e do que esperam e do que eu espero de mim renda , em breve, frutos vistosos que eu possa saborear até o caroço ao lado daqueles que realmente queiram o meu bem.


Viva a minha intuição.

Repúdio ao azar injustificável

Donatella Versace, a estilista chefe da marca italiana que leva seu sobrenome é a imagem principal que aparece quando se digita "tropeço" no Google.


A razão da minha pesquisa foi uma só, eu levei um grande tropeço. Nada amoroso, familiar e de grande magnitude sentimental. O "tropeço" custou nada mais nada menos que oitenta reais a menos no bolso de um universitário falido como eu.


Engolida a raiva e já descarregada todas as energias negativas minhas no dito-cujo que me fez ficar ainda mais pobre, a procura agora é a justificativa pela qual eu tive de viver tamanha desventura.


Daí, agi a refletir sobre o porquê Donatella teve o azar terrível de levar esse grande tropeço, e cheguei a uma conclusão. Pesquisando mais sobre a estilista descobri que seu grande ego a levou a obter a aparência mostrada abaixo com suas zilhões de cirurgias plásticas. Ela tinha mesmo de redimir do seu pecado capital, mas e eu?




Reencontrando Abraham Lincoln

Envolto pelo sentimento desagradável da carência, cedi ao ridículo de numa manhã ociosa digitar no Google a seguinte pesquisa: “frases para pessoas carentes”. A intenção era saber se alguma daquelas frases-dica que muita gente gosta de acessar me renderia de alguma coisa no dia de hoje.
O resultado da pesquisa me remeteu a um site que dentre várias frases que não se aplicavam à minha situação, destacou-se uma de Abraham Lincoln: “É melhor calar-se e deixar que as pessoas pensem que você é um idiota do que falar e acabar com a dúvida.”
Como sempre abominei ter que estudar a história estadunidense, esquecer da participação deste ex-presidente nela não me foi difícil, o espaço em memória foi destinado facilmente à alguma classe de proteínas ou leveduras.
Fui novamente ao Google e tentei encontrar alguma correlação da frase que me foi tão importante no dia de hoje com a vida de Lincoln, e ali notei que por mais que a História o acuse de negligente e ineficiente, o político marcou seu governo por manter os Estados Unidos unidos durante a Guerra da Secessão.
Não fui além na minha pesquisa, mas refletindo apenas do que obtive daí, percebo que este sábio homem, que assumiu o governo sendo taxado de idiota, calou-se e agiu eficazmente no inconveniente da guerra. Em outras palavras, meu reencontro com Lincoln trouxe a concepção de que todos nós podemos nos reinventar se calarmos mais nossos internos anseios pelas coisas da vida, através de palavras e gestos. Afinal, não há nada mais interessante que a dúvida. Será?

Sim, eu vou falar do BBB

Que eu gosto de programas populares nunca foi novidade para quem me conhece a fundo. Eu consigo me entreter com eles, além de estar inteirado pra participar minimamente de qualquer roda de conversa do gênero sem parecer “cult” demais, ou até mesmo arrogante.

No mais, o BBB 10 é o populacho da vez. Acredito que o programa está em seu ápice agora com as discussões curiosas com o melhor do português de uma doutoranda em lingüística (também DJ) com quem quer que seja que fira os seus “princípios de moral, conduta e ética”, os gritos estridentes de sotaque arretadíssimo conjuntos com gestos intimidantes de uma policial com quem a provoca, o comportamento de três homossexuais assumidos, uma lésbica diante de mulheres lindíssimas e dois gays, sendo um, uma drag queen diante de homens que cospem e escarram nas ruas invariavelmente, e a revolta de uma dançarina cheia da verdade.

Este, sem dúvida é o cerne que prende qualquer propício telespectador ao programa. O restante dos participantes são apenas coadjuvantes destes temas centrais que já foram eliminados nos últimos paredões. Esta edição sem dúvida, é a melhor edição de um reality-show desde a primeira Casa dos Artistas que trouxe a novidade para o Brasil.

A escolha meticulosa dos participantes trouxe um conjunto interessante de dramas e conflitos que agitam discussões por todo o país, e contribui de uma maneira interessante para um nanodesenvolvimento da sociedade brasileira diante do que é mais uma grande política de se fazer pão e circo.

Lula & Amy Winehouse



Com um grandioso reconhecimento mundial, Lula escorrega em frases exageradas, projeções superfantásticas e simplicidade questionável que coloca qualquer lulista de plantão em saia justa, quando tucanos e demos contra-atacam com argumentos babacas endossados pelas pérolas do presidente.
Há grande estranheza em relação à liderança tão controversa de Lula, como ele sendo um capítulo a parte da história do Brasil conseguindo propiciar o começo da consolidação de desenvolvimento e crescimento econômico, pode não se deixar moldar totalmente por seus aliados que prezam por manter a aprovação do presidente nas alturas como arma para um possível início de uma era Dilma no Brasil, um país que se encontra hoje em um otimismo mais realista de crescimento e desenvolvimento econômico depois de políticas adotadas, sobretudo nos últimos 20 anos.
E a mais ou menos vinte e cinco anos atrás quando Lula começava a se envolver com o sindicalismo sem a pretensão de alçar vôos tão altos nascia uma cantora, que assim como Lula é um mito vivo. Amy Winehouse, é uma das maiores inovações da música mundial dos últimos tempos. Seu estilo musical, suas letras e interpretação destoam absurdamente da sua figura física. Infelizmente, o que se fala mais dessa mulher, que conseguiu ser conceitual em uma época de “mais do mesmo”, é seus sucessivos escândalos provenientes de um descontrole que parece não ter fim.
Entretanto, a responsabilidade desses dois ícones diante do grande público que cativaram e/ou representam é degenerada dia-a-dia por seus atos de geral reprovação por uma sociedade que de tão hipócrita, carece de bons valores e exemplos a seguir. No mais, uma ressalva deve ser considerada. Lula lança Dilma Rousseff, que vem com uma proposta continuísta, e Amy Winehouse é curta e grossa quanto a se reabilitar, ela diz:
- No, no, no!

Lições Para Viver Melhor


2010 começou e algumas lições da vida moderna vieram à tona. O pior de tudo são as histórias recheadas de babaquices retrógradas que estão por trás delas.

  • A primeira lição que veio a tona é que quando tens um desamor ou desilusão, não delete do MSN, do orkut e sequer apague no celular o número da danada criatura. Mantenha lá e exercite a tarefa do auto-controle para que você se valorize como ser humano cada vez mais. Até por que, um possível perdão, ou até mesmo um mal entendido vai te partir a cara e te diminuir como ser humano em frases como:
- Qual mesmo o número de seu celular?
- Me readiciona no msn, no orkut?

É melhor manter o canal de comunicação disponível para que o triunfo da superioridade se mostre quando o outro perceber que você não precisou deletá-lo para esquecê-lo de vez. Isso com certeza o levará a uma concepção de que não é tão necessário assim na sua vida.

  • A segunda lição foi de que quando você acha que usou de todo o seu conhecimento de vida e visão global diante de uma situação ou desafio que um amigo seu quer assumir na vida dele, e você percebe que mesmo ele compreendendo o que você quer dizer claramente ou maquiado por metáforas ou entrelinhas, ele persiste na causa que você julga perdida, a solução é clara:

Fique quieto! Tudo que você achou e julgou correto fazer já está feito. Não tente jamais ser explícito, isso magoará absurdamente o seu amigo. Ele se sentirá incapaz e sua auto-estima será abalada. Neste caso a boa falsidade é bem-vinda.Incentive levemente seu amigo na causa e mantenha seu ombro bem quente para quando ele vier chorando. No caso de você ter sido ultra-prepotente e o seu amigo se dar bem, ficará melhor para você manter essa política para que ele não esfregue eternamente na sua cara o grande feito.

  • A terceira lição foi uma bem velha, que a gente aprende na adolescência, mas que às vezes algumas pessoas nos fazem esquecer dela pelo grande poder de ludibriar nossa razão chegando no cerne do nosso emocional como uma sanguessuga desesperada e faminta no Agreste Nordestino.

Jamais aposte todas as suas fichas em alguém, nem que o brilho e os sinos da certeza ofusquem seus olhos e ensurdeçam os seus ouvidos. E se não tiver nem brilho e nem sinos, piorou! Essa é a maior burrice de todas. Lembre-se o maior bem precioso do homem é aquele contando pelo Tic-Tac. Por isso, se você não tiver, compre uma geladeira e congele casos de pequenas, médias e grandes possibilidades de (se pá) desenvolver uma relação interessante, nem que meramente sexual, se és daqueles que tem menos pudores para combater a necessidade fisiológica mais safadinha. Quando perceber que está gastando muito tempo com alguém, simplesmente, sem que ninguém perceba, descongele alguém e ponha no micro-ondas. Assim, se for iludida e levar um pé na bunda, será mais gostoso chorar no ombro de um "congelado quentinho" e disponível na sua mesa, do que ser esmagado pelo sentimento chato da burrice e da solidão.