Donatella Versace, a estilista chefe da marca italiana que leva seu sobrenome é a imagem principal que aparece quando se digita "tropeço" no Google.
Donatella Versace, a estilista chefe da marca italiana que leva seu sobrenome é a imagem principal que aparece quando se digita "tropeço" no Google.
quarta-feira, 17 de março de 2010 | Postado por Gustavo Venancio Narciso [Guvena] às 17:48 0 comentários
Envolto pelo sentimento desagradável da carência, cedi ao ridículo de numa manhã ociosa digitar no Google a seguinte pesquisa: “frases para pessoas carentes”. A intenção era saber se alguma daquelas frases-dica que muita gente gosta de acessar me renderia de alguma coisa no dia de hoje.
O resultado da pesquisa me remeteu a um site que dentre várias frases que não se aplicavam à minha situação, destacou-se uma de Abraham Lincoln: “É melhor calar-se e deixar que as pessoas pensem que você é um idiota do que falar e acabar com a dúvida.”
Como sempre abominei ter que estudar a história estadunidense, esquecer da participação deste ex-presidente nela não me foi difícil, o espaço em memória foi destinado facilmente à alguma classe de proteínas ou leveduras.
Fui novamente ao Google e tentei encontrar alguma correlação da frase que me foi tão importante no dia de hoje com a vida de Lincoln, e ali notei que por mais que a História o acuse de negligente e ineficiente, o político marcou seu governo por manter os Estados Unidos unidos durante a Guerra da Secessão.
Não fui além na minha pesquisa, mas refletindo apenas do que obtive daí, percebo que este sábio homem, que assumiu o governo sendo taxado de idiota, calou-se e agiu eficazmente no inconveniente da guerra. Em outras palavras, meu reencontro com Lincoln trouxe a concepção de que todos nós podemos nos reinventar se calarmos mais nossos internos anseios pelas coisas da vida, através de palavras e gestos. Afinal, não há nada mais interessante que a dúvida. Será?
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010 | Postado por Gustavo Venancio Narciso [Guvena] às 10:02 0 comentários
Que eu gosto de programas populares nunca foi novidade para quem me conhece a fundo. Eu consigo me entreter com eles, além de estar inteirado pra participar minimamente de qualquer roda de conversa do gênero sem parecer “cult” demais, ou até mesmo arrogante.
No mais, o BBB 10 é o populacho da vez. Acredito que o programa está em seu ápice agora com as discussões curiosas com o melhor do português de uma doutoranda em lingüística (também DJ) com quem quer que seja que fira os seus “princípios de moral, conduta e ética”, os gritos estridentes de sotaque arretadíssimo conjuntos com gestos intimidantes de uma policial com quem a provoca, o comportamento de três homossexuais assumidos, uma lésbica diante de mulheres lindíssimas e dois gays, sendo um, uma drag queen diante de homens que cospem e escarram nas ruas invariavelmente, e a revolta de uma dançarina cheia da verdade.
Este, sem dúvida é o cerne que prende qualquer propício telespectador ao programa. O restante dos participantes são apenas coadjuvantes destes temas centrais que já foram eliminados nos últimos paredões. Esta edição sem dúvida, é a melhor edição de um reality-show desde a primeira Casa dos Artistas que trouxe a novidade para o Brasil.
A escolha meticulosa dos participantes trouxe um conjunto interessante de dramas e conflitos que agitam discussões por todo o país, e contribui de uma maneira interessante para um nanodesenvolvimento da sociedade brasileira diante do que é mais uma grande política de se fazer pão e circo.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010 | Postado por Gustavo Venancio Narciso [Guvena] às 12:24 0 comentários
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010 | Postado por Gustavo Venancio Narciso [Guvena] às 23:15 0 comentários

2010 começou e algumas lições da vida moderna vieram à tona. O pior de tudo são as histórias recheadas de babaquices retrógradas que estão por trás delas.
Fique quieto! Tudo que você achou e julgou correto fazer já está feito. Não tente jamais ser explícito, isso magoará absurdamente o seu amigo. Ele se sentirá incapaz e sua auto-estima será abalada. Neste caso a boa falsidade é bem-vinda.Incentive levemente seu amigo na causa e mantenha seu ombro bem quente para quando ele vier chorando. No caso de você ter sido ultra-prepotente e o seu amigo se dar bem, ficará melhor para você manter essa política para que ele não esfregue eternamente na sua cara o grande feito.
Jamais aposte todas as suas fichas em alguém, nem que o brilho e os sinos da certeza ofusquem seus olhos e ensurdeçam os seus ouvidos. E se não tiver nem brilho e nem sinos, piorou! Essa é a maior burrice de todas. Lembre-se o maior bem precioso do homem é aquele contando pelo Tic-Tac. Por isso, se você não tiver, compre uma geladeira e congele casos de pequenas, médias e grandes possibilidades de (se pá) desenvolver uma relação interessante, nem que meramente sexual, se és daqueles que tem menos pudores para combater a necessidade fisiológica mais safadinha. Quando perceber que está gastando muito tempo com alguém, simplesmente, sem que ninguém perceba, descongele alguém e ponha no micro-ondas. Assim, se for iludida e levar um pé na bunda, será mais gostoso chorar no ombro de um "congelado quentinho" e disponível na sua mesa, do que ser esmagado pelo sentimento chato da burrice e da solidão.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010 | Postado por Gustavo Venancio Narciso [Guvena] às 00:19 0 comentários
Dias atrás, Ana Maria Braga, Xuxa e eu cometemos um desperdício babaca.
As célebres protagonizaram uma cena pastelão em que bolos e tortas, que despertam diariamente o apetite das classes C e D que assistem a TV Globo pelas manhãs, eram desperdiçadas por meio de uma tradição estúpida das estrelas de se empapuzarem de guloseimas a cada encontro que realizam no matutino da loiruda recém-desquitada.
Eu, usando da mesma babaquice, desperdicei algo bem mais valioso que tortas e bolos super confeitados. Desperdicei tempo, bem mais precioso do ser humano, com algo (ou seria alguém!?) que na minha concepção atual vale menos a pena do que assistir o filme em que a Xuxa Meneghel é a mocinha e Ana Maria Braga é a vilã.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009 | Postado por Gustavo Venancio Narciso [Guvena] às 21:51 0 comentários

Apenas um tema consegue vigorar plenamente no universalesco, regendo a anatomia, a fisiologia e o comportamental. Estamos falando de sexo, óbvio.
O sexo, quando assunto, propicia uma curiosidade incomum em todos fomentada pela condenação, sem precedentes, que sofremos quando infantes, da cópula aflorar em conversinhas ou atitudes inocentes.
A liberdade feminina iniciou a escovação da imagem medonha do sexo. Mulheres começaram sua vida sexual antes do casamento sem maiores recentimentos, métodos contraceptivos se desenvolviam reiventando assim, limites pro conceito purista do pudor.
Entretanto, assumir publicamente a predileção por posições, apetrechos, lugares ou qualquer variação de parâmetro que hoje, naturalmente se faz para se obter o prazer sexual é um grande tabu.
O interessante é se perceber quanto de burburinho se produz quando fofocas de que fulano de tal adora um anal, um ménage (a trois + n pertencente a N), um vouyer, um swing e quizás um golden shower.
E é justamente aí é que se encontra o resquício de sujeira que sobrou da lavagem que se vem fazendo da imagem e concepção do sexo em si. A discussão sem entraves do sexo poderia proporcionar aos seres mais liberdade para se realizarem e gozarem, com trocadilhos, suas vidas sexuais, o que poderia trazer mais paz, harmonia e alegria para os seres que regem esse planetinha tão atrasado em avanços sociais. Não é?
terça-feira, 1 de dezembro de 2009 | Postado por Gustavo Venancio Narciso [Guvena] às 14:39 0 comentários
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