
Apenas um tema consegue vigorar plenamente no universalesco, regendo a anatomia, a fisiologia e o comportamental. Estamos falando de sexo, óbvio.
O sexo, quando assunto, propicia uma curiosidade incomum em todos fomentada pela condenação, sem precedentes, que sofremos quando infantes, da cópula aflorar em conversinhas ou atitudes inocentes.
A liberdade feminina iniciou a escovação da imagem medonha do sexo. Mulheres começaram sua vida sexual antes do casamento sem maiores recentimentos, métodos contraceptivos se desenvolviam reiventando assim, limites pro conceito purista do pudor.
Entretanto, assumir publicamente a predileção por posições, apetrechos, lugares ou qualquer variação de parâmetro que hoje, naturalmente se faz para se obter o prazer sexual é um grande tabu.
O interessante é se perceber quanto de burburinho se produz quando fofocas de que fulano de tal adora um anal, um ménage (a trois + n pertencente a N), um vouyer, um swing e quizás um golden shower.
E é justamente aí é que se encontra o resquício de sujeira que sobrou da lavagem que se vem fazendo da imagem e concepção do sexo em si. A discussão sem entraves do sexo poderia proporcionar aos seres mais liberdade para se realizarem e gozarem, com trocadilhos, suas vidas sexuais, o que poderia trazer mais paz, harmonia e alegria para os seres que regem esse planetinha tão atrasado em avanços sociais. Não é?
Escovando o sexo
terça-feira, 1 de dezembro de 2009 | Postado por Gustavo Venancio Narciso [Guvena] às 14:39 0 comentários
Geisy Arruda, Santos Dumont e Albert Einstein
sexta-feira, 13 de novembro de 2009 | Postado por Gustavo Venancio Narciso [Guvena] às 12:15 0 comentários
A gente podia ser tão feliz!
Quando questionado se ainda tinha o questionável costume de ver novelas durante esse feriadão de Finados, respondi que o costume tinha morrido devido as temáticas chatas que estão no ar hoje em dia.
Respondi também que a última que tinha fatalmente me atraído foi "A Favorita" devido ao seu maniqueísmo exacerbado do começo ao fim que me cativa imensamente. Mas o que mais me marcou na novela, não foi apenas isso, foi uma frase que no mês de outubro a minha voz mental gritou insanamente dia após dia:
A gente podia ser tão feliz.
Mas a frase conjugada no tempo daquilo que poderia ter sido e não foi, não me remete aos destemperos de Flora, e nem aos reparos de Donatela, só me conduz a uma compreensão mais intensa de mim mesmo.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009 | Postado por Gustavo Venancio Narciso [Guvena] às 21:51 0 comentários
Incerteza
domingo, 25 de outubro de 2009 | Postado por Gustavo Venancio Narciso [Guvena] às 12:25 0 comentários
Mendigar
Sempre quando olhava mendigos na rua, ou algum me parava para implorar misericórdia, a minha voz mental glorificava a Deus o fato da minha vida estar em um estado sócio-econômico superior.
Mendigos também mexiam com minha curiosidade de compreender as razões pelas quais os levaram a mendigar e de como administravam o dinheiro recebido por provocarem a piedade de transeuntes que depositam moedas e notas sobre suas mãos e chapéus.
Hoje, eu tenho uma compreensão maior sobre a arte da mendigagem, tudo porquê percebi que em vários momentos da minha vida eu também mendiguei.
Assim, percebi que mendigar não é pra qualquer um. É necessário ter um discurso isento de qualquer superioridade, ter humildade babaca e apelo repulsivo como uma criança despenteada com o nariz empapuzado de secreções ou uma perna com tecido necrosado.
Dessa forma, compreendi hoje que a vida toda eu sempre fui um péssimo mendigo, pois não tenho nenhuma das características que trilham o sucesso dos aventureiros da mendigagem.
Agora, vou me ater as minhas caracteristicas, valorizar meu potencial e me arriscar noutra arte cujo êxito frenetizará a sístole e a diástole do meu coração.
sábado, 17 de outubro de 2009 | Postado por Gustavo Venancio Narciso [Guvena] às 16:47 0 comentários
Auge
terça-feira, 29 de setembro de 2009 | Postado por Gustavo Venancio Narciso [Guvena] às 14:00 0 comentários
Doces ou Travessuras?
domingo, 13 de setembro de 2009 | Postado por Gustavo Venancio Narciso [Guvena] às 20:23 0 comentários




